Como torturar pessoas usando o PowerPoint

Siga-me no twitter                                                                                                           Por Leandro Vieira

Apresentações

Criado para facilitar a vida de milhões de pessoas necessitadas de um suporte para as suas apresentações acadêmicas, comerciais e corporativas, o PowerPoint acabou se tornando um verdadeiro instrumento de tortura.

Fãs de Bill Gates, tenham calma! Eu explico.

O problema, como sempre, não é a ferramenta, mas o uso que se faz dela. A maior parte das pessoas utiliza o PowerPoint como uma bengala em suas apresentações. As razões podem ser diversas: insegurança, medo, despreparo, vontade de surpreender a plateia com os "efeitos especiais", deslumbre com o programa, e por aí vai. A bronca é que, sem o bendito PowerPoint, adiós apresentação.

O modo mais comum de tortura é rechear os slides com texto. O apresentador, com medo de não lembrar o que veio falar, entope os slides com um milhão de frases. Para completar, ignora o público à sua frente e lê o que está escrito no telão. Pobre plateia.

clip

Utilizar o clipart do Windows é um dos clichês. Sempre em busca do caminho mais fácil, o torturador não pensa duas vezes antes de inserir aquelas imagens batidas em sua apresentação.

Outra estratégia torturante é o uso de bullet-time, aquele efeito irritante que faz as frases deslizarem na tela. A cada tópico lido pelo palestrante, uma nova frase faz sua entrada triunfante da esquerda para a direita (ou de baixo para cima, ou rodopiando, ou piscando…). Os mais empolgados ainda utilizam o pacote de sons do aplicativo:

  • "as vendas do primeiro semestre de 2010 superaram em 6% as do mesmo período do ano passado". POW! (barulho de disparo de revólver);
  • "Em contrapartida, fomos obrigados a reduzir nossa margem de lucro em 3,29%" SCRINNNCHHHH! (carro freando);
  • "Dessa forma, para a nossa empresa decolar, minha proposta é de expandirmos nossa atuação para o estado vizinho" PLAC! PLAC! PLAC! (som de aplausos. Do programa, é claro.).

Fale a verdade: você já viu esse filme antes, não viu?

imagem

Estamos buscando alguém versado na arte da tortura. Você sabe usar PowerPoint?

Sons, imagens, vídeos e outros recursos multimídia, podem enriquecer – e muito – uma apresentação. Mas o seu uso deve ser, apenas, para apoiar a mensagem do apresentador – e nunca para o apresentador se apoiar em seu uso.

Não quero bancar o sabichão. Eu mesmo já fui um exímio torturador com o PowerPoint. Minhas apresentações seguiam o mesmo roteiro que acabei de descrever. Fui melhorando com o tempo; à medida que me sentia mais seguro para passar minha mensagem, comecei a abrir mão do copy+past de texto nos slides, e passei a utilizar uma abordagem muito mais clean, muito mais simples e harmoniosa.

Ao mesmo tempo em que pode servir como um terrível instrumento de tortura, o PowerPoint pode ser a ferramenta ideal para ajudá-lo a fazer uma apresentação fantástica e memorável.

Observe como Seth Godin, Chris Anderson, Steve Jobs e outros mestres jedis na arte de encantar plateias utilizam slidewares como o PowerPoint, Keynote ou similares. Cada um tem seu estilo e personalidade na hora de contar histórias. O que suas apresentações têm em comum é, justamente, a utilização de slides simples, pouquíssimo texto, imagens marcantes e design de impacto.

Em se tratando de apresentações, menos é mais. Acredite.

E você, já torturou alguém ou foi torturado por PowerPoint? Comente suas experiências mais abaixo! Até a próxima!

Por que os funcionarios se demitem?

topo

Desde que comecei a ministrar treinamentos de liderança nas empresas, venho observando que a maioria das pessoas demitem-se de seus chefes e não da organização em que trabalham. Tal observação é validada pela pesquisa do Instituto Gallup que demonstra que 66% dos funcionários se demitem dos seu chefes e não da corporação que as contratou.
O fato é que muitos gestores desmotivam profundamente seus funcionários. Como disse Eugênio Mussak em um curso que participei: a motivação humana está ligada a dois fatores básicos – obter prazer e evitar sofrimento. Se um líder faz sua equipe sofrer com atitudes autoritárias e rudes, as pessoas se demitem para evitar o sofrimento – ou melhor, demitem o chefe TÓXICO de suas vidas.Ricardo Piovan[6]

Mas quais atitudes do líder levam a essa reação tão drástica dos colaboradores? Recorro agora ao Livro de Ouro da Liderança de John Maxell, onde são apontados quatro fatores que levam as pessoas a desistirem de seus chefes:

1. As pessoas desistem de quem as desvaloriza

Há chefes que parecem incapazes de elogiar os colaboradores por um trabalho bem feito, negando-lhes o prazer de serem reconhecidos. Pergunto a você LÍDER: Você sente prazer quando o seu chefe lhe reconhece por um trabalho bem feito ? Não tenho dúvidas que sim. Portanto, acredite, o seu liderado também fica muito motivado com isto.

2. As pessoas desistem de quem não é confiável

Uma pesquisa realizada em empresas americanas indica que a confiança no ambiente trabalho está em declínio. O estudo destacou cinco comportamentos dos líderes que destroem a confiança dos liderados:

• Agir de modo incoerente com o que diz
• Obter vantagens pessoais
• Sonegar informações
• Mentir ou contar meias-verdades
• Ter mentalidade fechada

3. As pessoas desistem de quem é incompetente

Pode o colaborador ter respeito por um chefe incompetente, que se impõe pela força em vez do exemplo? Vejamos o que nos diz a “lei do respeito”, extraída do livro As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança: “As pessoas seguem naturalmente os líderes que demonstram serem mais fortes que elas”. Um colaborador que, por exemplo, tem capacidade de liderança grau 7 não seguirá um líder que tem grau 4. Aprimore sua competência da liderança.

4. As pessoas desistem de quem é inseguro

É muito fácil identificar um líder inseguro. Basta verificar se ele está preparando alguém para sucedê-lo. Pessoas querem líderes que as estimulem a alçar vôos; anseiam por mentores que as auxiliem a desenvolver seu potencial.

Diante do que foi exposto neste artigo, nós, líderes, temos muito a refletir. Será que estamos fazendo nossos liderados sofrerem com nossas atitudes? Estamos realmente lhes proporcionando condições de trabalho? Ou será que nossos comportamentos os estão fazendo ir embora e levar consigo o conhecimento adquirido na empresa e os frutos do investimento em suas competências?

Sugiro que você peça à sua equipe um feedback sobre os quatro fatores que fazem as pessoas desistir de seus chefes. Descubra se você proporciona prazer ou sofrimento a aqueles que passam 8, 10 ou até 14 horas em sua companhia.

Disponibilizo também um teste sobre liderança do Pocket MBA Executivo e Gestor do século XXI.

Acesse este link e faça o Download do Teste.

Até a próxima e convido a você a conhecer o treinamento:Ricardo Piovan

Liderança Assertiva – O Líder Completo

Ricardo Piovan – Palestrante e Coach Organizacional

ricardo.piovan@portalfox.com.br
http://twitter.com/ricardopiovan

Conheça as palestras e treinamentos de Ricardo Piovan
acessando este link

Estágio: julho é o grande momento para agarrar uma oportunidade

Com a nova Lei prestes a completar dois anos e o mercado mais concorrido, número de postos ainda não atingiu o nível pré-crise, mas segue tendência de alta, com contratos mais sólidos, do ponto de vista jurídico

1080023Passado o carnaval, a Copa do Mundo e um semestre de inúmeros feriados, chega julho, com as férias. Muitos estudantes já se animam com o prolongamento da vida mansa que foi a primeira metade do ano e começam a planejar viagens e dias de muita curtição. Mas, para os espertos, uma dica: não há momento melhor para quem busca um lugar no mercado de trabalho.

O mês de julho registra, em média, um crescimento de 30% na oferta de vagas, porque é um período em que as empresas estão fazendo substituições em seus quadros de estagiários. E a demanda fica ainda maior porque muitos estudantes convocados para assumir postos ou participar de entrevistas não comparecem, por não quererem abrir mão das férias.

O momento vivido pelo Brasil também contribui para um aumento na demanda por estagiários. Hoje, recuperado da má fase na economia, o mercado caminha no sentido de restabelecer os índices pré-crise. De acordo com dados da Associação Brasileira de Estágios – Abres, o país deve encerrar 2010 com 1 milhão de estagiários.

Embora o índice fique abaixo do registrado antes da crise – 1,1 milhão – já há uma tendência de recuperação, com a ampliação em 15,5% no número de vagas, com relação ao mesmo período de 2009.

A nova Lei do Estágio

Nesse contexto, é importante considerar um fator importante: a nova Lei de Estágio, que entrou em vigor, justamente, no auge da crise econômica. Hoje, prestes a completar dois anos, ela segue sob elogios e críticas.

De acordo com Ricardo Romeiro, gerente de estágios e desenvolvimento de novos talentos do Instituto Euvaldo Lodi – IEL – o grande beneficiado foi o aluno, embora ele ainda encontre dificuldades para conseguir uma vaga.

Romeiro elenca benefícios como direito a recesso de 30 dias, redução da jornada diária e redução da carga durante o período de provas como pontos positivos, para os estagiários, determinados na nova legislação. Mas ele chama atenção para o baixo índice de estudantes que estagiam. O gerente ressalta que menos de 5% dos alunos de ensino médio consegue estágio, e cerca de 14% dos de ensino superior.

"Ficou mais difícil conseguir estágios", afirma o estudante de Informática João Batista. "Tenho meu currículo em vários bancos de vagas para estágio. Antes da nova lei, eu recebia de duas a três ofertas por semana através das agências de recrutamento. Após a nova lei, já passei alguns meses sem nenhuma proposta", diz João Batista. O estudante ressalta, no entanto, que "as poucas vagas que surgem oferecem benefícios mais seguros e concretos que anteriormente".

Para Ricardo Romeiro, o efeito negativo da nova lei incidiu mesmo foi sobre quem contrata. "As empresas, que são as responsáveis por abrir vagas, precisavam ter sido mais agraciadas. Houve um aumento da burocracia e dos gastos", destaca o gerente.

"As empresas que utilizavam o estágio como fonte de operacionalização dos seus processos já não veem mais tantos benefícios em ofertar oportunidades de estágio", afirma Sabrina Binato Stangler – coordenadora de seleção da Link/ABRH-RS, empresa que recruta estagiários para empresas.

Viviane Furquim, gerente de gestão de pessoas do Sicredi, uma rede de cooperativas de crédito, diz que não houve redução na contratação de estagiários na empresa por conta da lei. Mas ela vê com reticência a redução da carga horária. "Após esta alteração surgiram algumas reflexões sobre as vantagens e desvantagens de se contratar um estagiário ou efetivo, em função do custo e carga horária de trabalho", afirma Viviane.

Segundo a gerente, "o ponto mais relevante da nova lei é que o estágio necessita se vincular a um projeto pedagógico da instituição de ensino, fato que exigirá um maior comprometimento do aluno, da instituição (de ensino) e da empresa mantenedora do estágio".

Luiz Gonzaga Bertelli, presidente Executivo do Centro de Integração Empresa-Escola –CIEE, destaca a ampliação da segurança jurídica dos contratos e da participação da escola e dos agentes de integração no acompanhamento do estágio como pontos positivos. "Com isso, a nova lei aprimorou o já enorme potencial do estágio como fonte de atração e recrutamento de novos talentos", enfatiza Bertelli.

administradoresO presidente do CIEE acredita que a lei precisa de aprimoramentos e aponta como exemplos a revisão da determinação da jornada máxima de seis horas para os estudantes de ensino superior e a limitação dos estágios a, no máximo, dois anos na mesma empresa.

Com relação a este último ponto, Ricardo Romeiro pensa diferente. "Já existem projetos no intuito de alterar a lei. Alguns preocupam, porque pretendem, por exemplo, aumentar o estágio de dois para três ou quatro anos, e isso já deixa de ser estágio e vira emprego", afirma o gerente do IEL.

Mensagem subliminar no logotipo do Governo Federal

Está na cara, mas ninguém (ou quase ninguém) vê: O Governo Federal desde 2002 utiliza de meios ilícitos na vinculação do logotipo “Brasil, um país de todos”; que, além de conter mensagem subliminar, viola o texto constitucional. Hoje vamos falar de Lula, Google, Copa do Mundo, PT e marketing – acredite – todos esses assuntos estão interligados.
Já parou para dar uma olhada clinica na marca "Brasil, um país de todos"? Se não, observe atentamente a imagem abaixo:


Você deve ter reparado que a palavra “Brasil” está colorida com todas as cores da bandeira nacional, com exceção da letra “L” de Lula, que está em destaque na cor vermelha para representar o Partido dos Trabalhadores (PT). Coincidência não?

O advogado, Marco Antonio Pizzolato, impetrou no STF uma ação popular contra o Presidente da República criticando a vinculação ilícita da marca "Brasil, um país de todos". Em sua petição, Marco alega que a marca viola o art. 37, §1° da Constituição Federal, que diz: “A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.”

Mas a sede por mensagens subliminares do Governo Lula não para por ai. Dá uma close no desenho da Campanha do Brasil para a Copa de 2014:

O desenho da campanha da Copa do Mundo de 2014 no Brasil traz o número “4” em vermelho e, formando a letra "L". Temos aqui outra coincidência? Bom, o vermelho não está em nenhum símbolo nacional, não é mesmo?…É importante para o PT que o vermelho esteja bem articulado na cabeça dos eleitores. Em relação a formação da letra "L" no número "4", acho que não preciso dizer a quem se refere, né?

Outro detalhe interessante: Lula, segundo a constituição, só pode governar o Brasil por duas vezes consecutivas. Nesse entendimento, o atual presidente só poderá disputar novamente uma eleição presidencial em… em… em… 2014!

Além disso, esta marca usa uma seqüência de cores idêntica às do Google. Compare as cores das últimas letras (OGLE) do logo da Google com esta marca pró-Lula, digo, pró-Copa do Mundo 2014.

A crítica nesse artigo é no sentido de que o governo não está autorizado por lei a criar símbolos ou marcas próprias dentro da administração pública para que sejam usadas em benefício próprio. Se o Brasil fosse um país de todos, como diz o governo, estas mensagens subliminares nunca teriam existido.

Fonte: www.fazmerir.com

O bom e velho blog ainda tem espaço na era do Twitter e das redes sociais?

Com a evolução da própria internet e da sua forma de uso, surgiram novos recursos mais interativos, como as mídias e redes sociais, culminando no Twitter

AdministradoresOs blogs surgiram há alguns anos como uma forma revolucionária de interagir na internet. Em vez de sites complexos e complicados, cheios de recursos visuais e que exigiam diversos técnicos para o seu desenvolvimento e atualização, você mesmo podia criar um blog na hora, de graça, e falar de suas preferências, opiniões e pontos de vista a qualquer momento. De certa forma, os blogs deram início à verdadeira democratização da web, no sentido de permitir que qualquer pessoa com acesso à rede pudesse se expressar publicamente com liberdade.

Com a evolução da própria internet e da sua forma de uso, surgiram novos recursos mais interativos, como as mídias e redes sociais, culminando no Twitter. A ascensão destas novas formas interativas reduziu a notoriedade dos blogs, mas não a sua importância, principalmente para as empresas.

O papel de gerar burburinho (buzz) e espalhar rapidamente uma idéia, slogan ou conceito (viral) foram assumidos por sites como Twitter, Facebook e Orkut, mais ágeis e dinâmicos (como ficou comprovado no impressionante fenômeno recente do "Cala a boca Galvão"), assim como novas redes sociais que surgem a cada dia, como o FormSpring. Porém os blogs continuam sendo imbatíveis em três aspectos:

· Canal de informação: dizer aos clientes o que você está fazendo e descobrir o que eles estão pensando.
· Canal de relacionamentos: construir uma base sólida de experiências positivas com seus clientes, que os converta de meros consumidores de antes em fãs da sua empresa e de seus produtos.
· Gestão do conhecimento: disponibilizar o conhecimento de sua empresa para as pessoas.
Mas é preciso ter consciência de que o blog é apenas um meio. Assim como o Twitter, não vai gerar resultados sendo usado apenas como mais um canal de propaganda da empresa.

A força do blog está na interação com os clientes e na possibilidade da empresa transmitir seus valores prioridades. O retorno direto não é medido em vendas, mas no grau de relacionamento que a empresa consegue estabelecer com seus clientes. Quanto mais forte esse relacionamento, maior a fidelidade aos seus produtos e serviços e, aí sim, maiores as possibilidades de venda. Algumas formas de exercitar este diálogo são:

· Fortalecer o relacionamento – O blog é um excelente canal para ouvir o que consumidores e clientes têm a dizer sobre os seus produtos e serviços, como fazem uso deles e quais as sugestões para melhorá-los.
· Reagir a eventos negativos à empresa – Blogs funcionam como um serviço de atendimento ao cliente, respondendo rapidamente às dúvidas e reclamações. Servem também como uma forma de monitorar o que falam da sua empresa e da sua marca na internet, fornecendo feedback sobre suas ações de comunicação e marketing.
· Influenciar os formadores de opinião – Um blog pode ser a melhor forma para chamar a atenção e influenciar os chamados "formadores de opinião" (especialistas, jornalistas, artistas, etc.) cujas preferências e escolhas influenciam diversas outras.
Na prática, tomemos como exemplo um hotel. Ele pode usar o seu blog para ouvir as sugestões dos clientes em relação ao atendimento ou serviço de quarto, mostrar as melhorias que está fazendo e avisar os clientes sobre novos pacotes e promoções. Ao mesmo tempo, atender as queixas e eventuais reclamações e mostrar as medidas que está tomando para resolvê-las.

Para atrair os formadores de opinião, no caso publicações especializadas em turismo, divulgar depoimentos de clientes satisfeitos ou das atrações diferenciadas da sua cidade ou região.

Cabe destacar também que o uso dos blogs não exclui a atuação nas redes e mídias sociais. Enquanto o Twitter é imediato e focado em ações rápidas, o blog é ágil e mantém o relacionamento aberto. Atuando juntas, se complementam e criam sinergia capaz de aumentar o raio de ação das suas ações de marketing digital.

Garotas invisiveis

Vejam, com atenção pois vocês vão querer assistir o video novamente.

Na verdade eu percebi alguma coisa estranha logo na primeira vez que vi, logo na primeira cena, e na cena do banheiro, as outras nem tinha percebido, e você percebeu?

Emo Futebol Clube

Emo-FC_CapaEmo-FC_CuquemoEmo-FC_EmarcosEmo-FC_FenomenoemoEmo-FC_JuanemoEmo-FC_JuliemoBaptistaEmo-FC_KakemoEmo-FC_LeonardoEmouraEmo-FC_NilmaremoEmo-FC_OdvemoEmo-FC_Robertemo-CarlosEmo-FC_RobiemoEmo-FC_RonaldinhemoGaucho

Fonte: http://globoesporte.globo.com

Campanha com Larissa Riquelme naufraga com derrota do Paraguai

A modelo paraguaia Larissa Riquelme conseguiu se promover graças às fotos sensuais em que aparecia torcendo durante a Copa do Mundo, mesmo sem sair de Assunção. Na última aparição, chegou a exibir o nome de um patrocinador pintado nos seios [estes famosos pelo decote onde ela guardava seu telefone celular durante os jogos].

10185148

A campanha da marca de desodorante, porém, durou apenas um dia. Larissa havia prometido desfilar nua em Assunção caso a seleção paraguaia vencesse a Espanha e chegasse à semifinal. A empresa que a patrocina, então, lançou a campanha em que o torcedor poderia escolher onde a modelo deveria desfilar sua nudez [já vista em revistas masculinas].

Com a derrota por 1 a 0 para a Espanha, o Paraguai deu adeus à Copa do Mundo. A campanha já perdeu o sentido. Já a nudez de Larissa parece ser questão de tempo.

“Caminharemos com a cabeça erguida. Avante meu querido Paraguai! No bons e nos maus momentos jogaram como deuses. E demonstraram que o Paraguai, sim, pode!”, escreveu Larissa, após a eliminação, em seu perfil no Facebook.

Divulgação

10185117

Fonte: Folha Online

Diferença entre rico e pobre

rico_e_pobre

Rico de unhas pintadas: Playboy
Pobre de unhas pintadas: Boióla

Rico com sandálias: Turista
Pobre com sandálias: Mendigo

Rico que come muito: Gourmet
Pobre que come muito: Esfomeado

Rico lendo jornal: Intelectual
Pobre lendo jornal: Desempregado

Rico vestido de branco: Médico
Pobre vestido de branco: Pai de Santo

Rico subindo o Morro: Rapel
Pobre subindo o Morro: Voltando para Casa

Rico em restaurante: Cliente
Pobre em restaurante: Garçom

Rico de terno: Empresário
Pobre de terno: Defunto

Rico na loja: Quanto custa?
Pobre na loja: Estou só olhando…

Rico na Internet: O Patrão
Pobre na Internet: Empregado lento

Fernando e seu carrão novo

Img00013

Olha a cara de bobo alegre do Fernando com o seu carro novo se exibindo pra galera! E pra tirar mais onda, ainda instalou um sistema de som muito maneiro pra pegar as piriguetes (que a sua namorada não nos ouça). Show a caranga!

Img00015

Img00015 - Cópia

Olha só o som do cara, com entrada para pen drive e cartão de memória SD.

Ta bom! Paguei pau, mas ele merece mesmo, alias muito mais